
O cibersexo, até agora um nicho dos nerds, está destinado a se abrir para as massas, graças a um novo software que facilita o acesso do usuário comum, revela o semanário científico britânico New Scientist.
AFP:
Até hoje, o cibersexo é praticado entre as chamadas ’sex communities’ (comunidades sexuais), nas quais pequenos grupos de pessoas interagem mediante personagens em 3ª. dimensão chamadas avatares. ‘Mas não é fácil entrar nas comunidades sexuais’, alerta a New Scientist, em artigo que será publicado no sábado. ‘Para começar, transformar um avatar de nível iniciante em um personagem sexual é difícil e caro: (dotar-se de) genitália, roupas, pele e cabelo mais realistas, e atitudes sexuais têm custo extra a menos que você seja capaz se programar sozinho’, destaca. ‘Tudo isto está para mudar’, acrescenta a publicação.
Criadores de video games estão trabalhando em conjunto com a indústria pornográfica para abrir as portas do cibersexo para o público em geral, oferecendo um menu pré-programado de características, aparência, preferências e atitudes sexuais.

O Red Light Center, 1ª. geração de ‘jogos eróticos online multijogador’, possibilitará aos jogadores dançar, visitar galerias de arte, relaxar em jacuzzis e fazer sexo.
No fim deste ano, uma arena virtual chamada Naughty America ‘vinculará o cibersexo ao namoro virtual’, acrescenta a New Scientist. Os assinantes preencherão um questionário de forma a encontrar um parceiro afim e os 2 avatares poderão fazer cibersexo antes que seus donos se encontrem na vida real.
Uma das propulsoras do mercado de cibersexo é a crença de que as pessoas querem fazer sexo casual sem complicações ou sem risco de levar outra pessoa para casa. ‘Os criadores dos 2 jogos acreditam que este aspecto de segurança terá um apelo especial para as mulheres, tradicionalmente um mercado não exploradao pela indústria do software de entretenimento’, conclui a revista.
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