
Forbes Online:
O crédito ao consumidor passa por uma mudança comportamental, tanto por parte de quem empresta como de quem toma emprestado. Com maior disponibilidade de recursos livres para emprestar, as financeiras e os bancos lutam para ganhar clientes para o crédito pessoal, para compras a crédito, freqüentemente atuando em dupla com as grandes redes de varejo ou concessionárias de veículos, e para o crédito consignado.
O perfil do consumidor também não é mais o mesmo. As classes de renda classificadas pelos especialistas em marketing como B- e C+ ainda absorvem a principal parcela do mercado no crédito pessoal, mas vêm cedendo espaço no crédito direto ao consumidor (CDC) e no crédito consignado para as classes C-, D e E. ‘A expansão do crédito acompanhou a melhora do nível de renda da população’, diz Ademir Cossiello (foto), diretor-executivo do Bradesco. ‘Em 2005, o mercado de trabalho apresentou desempenho positivo, com crescimento do emprego e da renda, o que resultou em um aumento de 5% na massa real de salários nos últimos 3 anos. Além disso, o emprego formal tem crescido em relação ao informal, o que melhora as garantias e também a segurança do indivíduo em tomar crédito.’
Foto: Rogério Montenegro
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