
ValorOnline:
As indústrias exportadoras de máquinas de escritório e informática importam 4,44 vezes mais do que embarcam para o exterior. No outro extremo, os fabricantes de madeira e móveis adquirem no mercado externo o equivalente a apenas 4% do total de suas exportações.
O impacto da valorização do real para esses setores é totalmente distinto. Os fabricantes de móveis são prejudicados, já que praticamente todos seus custos estão em reais. Já os exportadores de máquinas de escritório e informática não só possuem um ‘hedge natural’, como são beneficiados pelo real forte.
Para medir esse ‘hedge natural’, o economista Fernando Puga, assessor da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) calculou o coeficiente de comércio exterior das firmas. O indicador mede a relação importação/exportação das empresas exportadoras de cada setor. Confira.
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