
CapitaldeRisco.gov.br:
A consultoria Value Partners e a Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) divulgaram recentemente pesquisa sobre práticas de gestão estratégica e monitoramento das empresas investidas utilizadas pelos gestores de fundos de private equity e venture capital no Brasil. Além da atuação dos gestores, a pesquisa aponta também como agem os empresários que são alvo de investimentos desses fundos. O estudo analisa as negociações que se estendem por todo o processo, desde a entrada na empresa escolhida pelo gestor do fundo, passando pelo monitoramento de longo prazo, até o momento de desinvestimento.
Para Antonio Cirrincione, CEO do grupo Value Partners, o estudo acompanha a tendência do mercado, que cada vez mais se volta para investimentos em empresas emergentes, exigindo insumos para esse processo. ‘No trabalho, são analisados os diferentes métodos utilizados nessa operação de fundos, como as formas de avaliação de investimento e de risco’, explica ele. O CEO destaca a importância de o empreendedor dosar a dimensão de seu projeto, assim como o capital necessário a ele, os acordos dos fundos de remuneração e a saída ao prazo de maturação do investimento.
A formalização de uma parceria entre a Incubadora de Fundo Inovar, a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), que administra um patrimônio de aproximadamente R$ 88 bilhões, e o Banco do Brasil Investimentos (BBI), responsável por uma carteira de aplicações no valor de R$ 1,9 bilhões, também aponta para avanços no mercado de private equity no País. A adesão pode ser o marco da efetiva participação dos fundos de pensão ao mercado nacional de venture capital.
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