
Amanhã:
O mercado acionário brasileiro teve um ano pródigo em 2006 – e deve continuar empilhando bons resultados em 2007.
A expectativa dos analistas é de que a movimentação na bolsa de valores deve seguir a pleno vapor. No primeiro dia do ExpoMoney, evento de educação financeira sobre investimentos realizado em Porto Alegre, analistas projetaram boas perspectivas para o mercado de capitais do país.
O baixo índice de inflação e a valorização do real perante o dólar favorecem o investimento. ‘No curto prazo, acredito que o Ibovespa deva chegar aos 45 mil pontos.
Até o final de 2007, dentro das projeções do governo Lula e com a queda das taxas de juros, a entrada de novos investidores será ampliada’, salienta Clodoir Vieira, da corretora Souza Barros.
Para ele, a tendência é de que os investidores direcionem seus recursos para as ações das empresas de mineração e telecomunicações. ‘Os setores fortes em exportação devem ser evitados em 2007. Estamos trabalhando com um câmbio a R$ 2,17′, lembra Vieira.
Ivanor Torres, analista da Corretora Geral, defende que as empresas não-exportadoras serão as mais atraentes em 2007. E acrescenta que o setor varejista é o grande filão. ‘As empresas do varejo, como Renner, Americanas e Submarino, puxarão esse bonde. Já as de commodities estão penalizadas, embora se fale em uma revisão de preço’.
Um estudo da Itaú Corretora, divulgado pelo analista Flávio Conde durante a palestra ‘Perspectivas para o mercado acionário a curto e médio prazos’, mostra que a taxa Selic deve encerrar o ano que vem a 11,5%.
Já o dólar deve recuar ainda mais, estacionando em R$ 2,07. Para o Ibovespa, a precisão é das mais otimistas: 52.400 pontos. ‘Com esse cenário, o investimento em bolsa é uma boa pedida, seja por meio de fundos de investimento ou em carteira de ações’. Para ele, o segundo mandato do governo Lula não deve interferir no mercado. ‘O governo federal tem interferência zero’, argumenta.
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Tomara mesmo que estas previsões aconteçam,Cris
Beijão!!