Último Segundo:
Turismo é uma maravilha moderna global. Todo ano, de acordo com a Organização Mundial de Turismo, aproximadamente 700 milhões de pessoas vão para terras estrangeiras. Elas gastam mais de US$575 milhões de dólares, tornando turismo o item em líder mundial do comércio exterior.
15 milhões desses viajantes, a maioria da América do Norte vai para o Caribe, que é de longe a região mais dependente do turismo no mundo. Em ilhas pequenas, como Sta. Lucia, a contribuição do turismo para a economia ultrapassa 70%, e o número atual de visitantes ultrapassa a população local. Os 64.000 moradores de Antigua colocaram o tapete de boas vindas para os 231.000 visitantes em 1 ano.

Por que os turistas vêm? A maioria dos analistas cita os 3 básicos: sol, areia e mar. Outros adicionam o quarto: sexo. A parte do sexo é neutra em relação à sexo, como uma volta por Ocho Rios confirma imediatamente. Jovens bonitos e com maldade, com dreadlocks flutuando, alguns tingidos de loiro, fornecem serviços para mulheres de qualquer nacionalidade. Para muitas, é um caso de 4 dias, para poucas, existe a esperança que a vida vai imitar a arte e, como Stella, elas encontram seu caminho de novo.
O que as ilhas ganham? Turismo gera rendimentos estrangeiros desesperadamente necessários, cria empregos (tão altos quanto 60% dos empregos em Bahamas), e torna possível um amplo leque de serviços de suporte e indústrias. Para muitas das ilhas pequenas, é uma benção, especialmente com o colapso das indústrias tradicionais de banana e açúcar.
Apesar de tudo, a literatura do turismo caribenho é surpreendetemente crítica. Antropólogos estrangeiros reclamam sobre a ‘observação dos turistas’ e a distorção das culturas locais; chauvinistas locais declaram que ‘turismo é prostituição’. Essas críticas são muito pueris. Na Jamaica, são os nativos que fazem a observação enquanto os turistas ficam ocupados atrás dos muros dos hotéis com tudo incluso. O turismo aumenta a consciência dos nativos sobre culturas indígenas, e apóia um grande número daqueles envolvidos no entretenimento. Artistas de reggae não têm problemas em cantar versões antigas de Harry Belafonte ‘Day-oh!Day da light na´me wan´go´ome’ se isso permite que eles fiquem sujos e moleques na próspera cultura da música.
As críticas dos economistas parecem mais substanciais. As 2 palavras-chaves são integração e derrame. Na maioria das ilhas, a maioria do dinheiro gasto pelos turistas vai para fora do país para pagar fornecimentos para os turistas, ou para a repatriação de lucros e salários. Embora haja pouca integração com o resto da economia, deixar as ilhas somente dependentes de uma indústria instável. O derrame corre a 80% nas ilhas pequenas.
Aqui está o problema dos críticos: as ilhas com maior derrame e dependência de turistas estão todas indo melhor, per capita, que as ilhas grandes com economias mais integradas. E essas ilhas têm níveis substancialmente maiores de desenvolvimento humano, o padrão de ouro de quão bem o país está em um amplo leque de necessidades básicas. Os níveis de Barbados de .846 se aproxima dos níveis europeus.
O maior custo do turismo é os seus efeitos no meio ambiente. A disposição de lixo sólido de cruzeiros e o pobre tratamento de esgoto do hotel ameaçam a fauna marina, e degrada recifes de corais e áreas de pesca. Esportes aquáticos são uma ameaça. Praias estão desgastadas e a paisagem violada por um ruim planejamento arquitetural. Poluição auditiva quase sempre é insuportável. Esforços corretivos têm sucesso limitado.
De qualquer maneira, a indústria é muito criticada pelas razões erradas. Na Jamaica, o turismo está crescendo, e 2007 promete ser o melhor ano da indústria. A maioria dos americanos vai para os hotéis tudo incluso, que são criticados por tirá-los ambiciosamente da economia local. A situação real é mais complexa, como explicado pelo Dr. Noel Lyon, um economista de Harvard e empreendedor experiente em agricultura e indústria.
A Jamaica têm taxas horríveis de crimes, mas isso tem pouco efeito no turismo porque os viajantes sabem que eles estão seguros dentro dos tudo inclusos. Ainda por cima, os tudo inclusos extraem substancialmente de fornecedores locais. Analisando tudo, a Jamaica, com um alto nível de posse e gerenciamento, tem relativamente baixo derrame. Tudo inclusos são, na verdade, uma adaptação hábil de um ambiente social volátil. As falhas sócio-econômicas da Jamaica não podem ser integradas com o turismo, sem o qual haveria ainda mais apertos horríveis.
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