Estudo ‘Economia do Turismo: análise das atividades características do turismo’, divulgado pelo IBGE e Embratur, revela montante gasto por turistas com alimentação.

ASN:
Tomar uma água de coco caminhando pelo calçadão, ou dar uma parada com a família em um restaurante à beira da praia. Esses são hábitos que se repetem todos os anos, principalmente na alta temporada, com as férias e a folia de Carnaval. Nesse período, os turistas lotam as praias brasileiras, as cidades históricas, e os diversos pontos turísticos espalhados pelo Brasil.
A movimentação desse elevado volume de turistas dentro do País se reverteu num montante de R$ 23,7 bilhões para o turismo em 2003, segundo revela o estudo ‘Economia do Turismo: análise das atividades características do turismo’, divulgado no final do mês de janeiro pelo IBGE e Embratur.
O estudo indica que as atividades relacionadas ao turismo corresponderam a 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2003, gerando R$ 31,1 bilhões de valor adicionado na economia brasileira. O Estado do Rio de Janeiro, que abriga alguns dos principais atrativos turísticos do País, ocupa o segundo lugar, com 20,15% da receita bruta com do turismo brasileiro, ficando atrás de São Paulo, que concentra 43,3% da receita.
O segmento da alimentação destacou-se também no número de pessoas ocupadas, com 1,4 milhão de trabalhadores, e no montante dos salários pagos: R$ 6,3 bilhões.
No Carnaval, considerado o ápice da alta temporada, o faturamento das pequenas empresas chegam a dobrar devido ao intenso fluxo de turistas. Nesse período, os principais destinos procurados pelos turistas são Rio de Janeiro; Recife, em Pernambuco; e Salvador, na Bahia. Durante as festas carnavalescas, os bares, restaurantes, barracas e quiosques são o ponto de encontro para descontração com os amigos e a família e, muitas vezes, até de descanso durante e depois da folia. Siga a leitura… Atendimento com qualidade
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