
A Tribuna:
Atualmente, o empreendedorismo tem sido uma discussão cada vez mais necessária na gestão de negócios.
De acordo Chiavenato (2005) o empreendedor não deve apenas saber criar seu próprio empreendimento. Deve também saber gerir seu negócio para mantê-lo e sustentá-lo em um ciclo de vida prolongado e obter retornos significativos de seus investimentos. Isso significa administrar: planejar, organizar, dirigir e controlar todas as atividades relacionadas direta ou indiretamente com o negócio.
O espírito empreendedor envolve emoção, paixão, impulso, inovação, risco e intuição. Mas deve também reservar um amplo espaço para a racionalidade. O balanceamento entre aspectos racionais emocionais do negócio é indispensável. É preciso fixar metas e objetivos globais e localizar os meios adequados para ‘chegar lá’, da melhor maneira possível.
Empreender é um pouco de tudo. A pessoa tem que ter disposição, postura e correr atrás da oportunidade. Esta surge o tempo todo, mas é preciso estar atento às oportunidades potenciais e concretas, pois o empreendedor é aquele que faz acontecer.
Para Bernardi (2003) a idéia de um empreendimento surge na observação, na percepção e análise de atividades, tendências e desenvolvimentos, na cultura, na sociedade, nos hábitos sociais e de consumo. As oportunidades detectadas ou visualizadas, racional ou intuitivamente das necessidades não atendidas, definem essa idéia.
Sem dúvida, existem pessoas com um talento nato para empreender. Isto pode ser constatado, se observarmos quanta gente inicia seu negócio. Contudo muita energia pode ser poupada e o tempo economizado, se essas pessoas tiverem acesso às ferramentas e aos métodos adequados e se isso ocorrer no tempo certo.
A crise econômica que gera a falta de emprego provoca um crescimento de vendedores ambulantes e faz com que muitos procurem um trabalho alternativo. O comércio informal é uma atividade de grande importância para a economia local e o contexto nacional, pois além da contribuição econômica, gera vários empregos direto e indireto.
Geralmente, as pessoas que seguem este ramo de atividade estão desempregadas ou encontraram uma nova forma de obter outra renda, alguns possuem empregos fixos e tentam complementar seu salário.
Nesta atividade informal há vários segmentos: área de alimentação, vestuário, higiene e limpeza, produtos importados, produtos artesanais (como o próprio artesanato local), entre outros. Continue lendo…
Foto: Eduardo Knapp - Folha Imagem.
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