Com o WeShow, um serviço que seleciona vídeos na internet, o carioca Marcos Wettreich volta a surfar na onda ponto-com que o transformou em milionário.

Exame:
Marcos Wettreich (foto) está de volta.
Quem é da área de tecnologia certamente lembra do executivo jovial, com fala calma e jeito de galã, que se destacou durante a primeira onda de projetos ponto-com ao abrir empresas em série - algumas bem-sucedidas, outras nem tanto.
Wettreich desfazia-se de seus negócios quase tão rapidamente quanto os criava, geralmente embolsando um bom ganho nesse processo. Sua mais famosa empreitada foi o prêmio iBest, auto-intitulado de Oscar da internet brasileira.
Os amigos reconhecem que o lado marqueteiro é um de seus principais talentos. Os desafetos dizem que é o único. Seja como for, ele não precisou de mais para ficar milionário. O passo decisivo para rechear a conta bancária - que já tinha estourado os 7 dígitos - foi dado em 2003, quando a Brasil Telecom pagou cerca de 72 milhões de dólares pelo iBest, recém-convertido num provedor de acesso.
Desde então, Wettreich distanciou-se um pouco (só um pouco) dos holofotes e, sobretudo, dos empreendimentos de web. Até agora. Em março, ele teve uma idéia que o pôs de volta no comando de uma empresa iniciante na internet: o WeShow, serviço que seleciona e organiza os milhões de vídeos que estão disponíveis em sites como YouTube, Dailymotion ou Yahoo! Video. Saiba mais.
Leia também: WeShow lança no Brasil widget de vídeos para websites e blogs.
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