
Tecnologia Terra:
Kevin Alderman não trouxe o sexo para o Second Life. Ele simplesmente fez melhor. O empresário de 46 anos percebeu há 4 anos que as pessoas pagariam para fazer sexo em suas vidas online - que começou com a anatomia de bonecos da Barbie e do Ken - com genitálias realistas e flexibilidade para alguns movimentos sexuais.
Os negócios da Eros LLC se tornaram velozes. Uma de suas criações, o SexGen Platinum, ficou tão popular que Alderman agora teve que contratar advogados para localizar quem é a pessoa de carne e osso por trás da identidade virtual, ou avatar, que ilegamente foi copiada e vendida.
Por US$ 45, o SexGen dá vida a apaixonados avatars em posições eróticas. É o código do software, escrito na linguagem do Second Life e colocado em móveis virtuais e outros objetos. Os avatars clicam em um objeto e fazem escolhas de acordo com um menu de atos sexuais animados.
Alderman registrou um processo civil nos Estados Unidos, na corte do distrito de Tampa, na Flórida, no mês passado alegando que um avatar chamado Volkov Catteneo quebrou a cópia de proteção do programa e vendeu cópias não-autorizadas. Alderman, que gerencia seu negócio da sua casa em um subúrbio de Tampa, permite que os usuários transfiram seus produtos, mas proíbe cópias.
‘Nós o questionamos sobre isso e a resposta básica dele foi: O que vocês vão fazer? Vão me processar?‘, disse Alderman. ‘Acho que essa mentalidade é porque quando se está em avatar você é intocável. A proposta desse processo não é somente proteger nosso rendimento ou produto, mas também, mostrar que, sim, você pode ser processado e levado à justiça’.
Catherine Smith, diretora de marketing da Liden Lab, criadora do Second Life, disse que não sabia de nenhuma briga legal no mundo real entre 2 usuários.
Leia artigo na íntegra: Máquina De Sexo Do Second Life É Causa De Processo Na Vida Real.
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