Mulheres exigentes e preocupadas com a saúde, mas que querem ficar à vontade na hora de fazer ginástica, formam a clientela desse negócio que já tem 10 mil unidades em mais de 20 países.
UAI:
Verdadeiros ‘clubes das Luluzinhas’, com a entrada totalmente proibida para homens, as academias só para mulheres estão invadindo as cidades brasileiras de médio e grande porte. Com paredes roxas, vermelhas ou rosas, e o secador de cabelos como equipamento indispensável nos banheiros,
A pequena empresária Juliana Zuppo é uma das ‘sócias’ mais animadas na academia que freqüenta diariamente, a Curves. ‘A ginástica é em apenas 30 minutos. A gente faz rapidinho, fica livre e vai embora’, observa. ‘Como não tem homem, não precisamos nos produzir ou tomar cuidado na hora de levantar as pernas’, afirma. Para ela, o gasto de R$ 119 por mês é um bom investimento. ‘Já fiz musculação em outras academias. Agora, não troco mais’, garante.
O master franqueado da rede americana Contours Express para o Brasil, Antônio Cassiano Frota Ximenes, trouxe esse tipo de negócio para o país em 2004. O sistema de 30 minutos diários de ginástica feita em circuitos que revezam exercícios aeróbicos com equipamentos hidráulicos era uma grande novidade, na época. Hoje, ele conta com 59 franquias no país. Dessas, 2 já estão em funcionamento
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