
Não vou fazer, não senhor,
Nenhuma introdução
Se tiver vontade, leia
Se não quiser, se bandeia
Mas por favor não coloque
Mais lenhada na fogueiraCom esses olhos só meus
Que a web há de comer
Eu li, meninos eu li,
Um hype de estremecer
Até mesmo a mão de DeusTudo começou, ói só
Com uma campanha maneira
Pra levar uma gostosa
Da blogsfer brasileira
Pras páginas da PlayboyVeio um, disse que sim
O outro disse que não
Um terceiro concordou
Veio um quarto e protestou
E ouviu-se uma explosãoNão há mortos, mas feridos
Não se sabe quantos são
Gritos: me tira dessa!
Apelos: me põe na peça!
O fato sensacional
Saiu até em jornalComentários? Mais de mil
Do mais banal ao servil
Teve até uma disputa
Pra não falar outra coisa
Entre o humorista Cardoso
E o jornalista João
Primeiro na calmaria
Mais tarde na baixariaO hype que tem fã clube
Só vai parar quando o Aran
O diretor da Playboy
Disser pra todos, enfim,
Blogueira aqui, nem pensar
Blogueira aqui vou botar.Até lá meu caro ermão
Muitos posts vão rolar
Para gáudio da revista
Que teve publicidade
Sem um centavo gastarResta agora aparecer
Um novo rei Salomão
Pra decretar afinal
Quem é que está com a razão
No que se pode chamar,
Plagiando o C. Buarque,
De Sanatório Geral
Dos blogs desta nação.Copyright João S. Magalhães
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Não gosto do que atualmente chamam de funk, mas tenho de admitir que esta letra ficou legal. Conta a história da “campanha” de uma maneira bem criativa. Só faltou um link para o áudio… Ou talvez uma nova “campanha” parta saber quem serão os blogueiros e blogueiras que o gravarão…